segunda-feira, 11 de julho de 2022

Dois dias após o assassinato a tiros de líder do PT por bolsonarista, Bolsonaro faz discurso pró-armas a apoiadores


Dois dias após o assassinato a tiros do líder do PT Marcelo Arruda, realizado por Jorge Guaranho, policial bolsonarista, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não hesitou e realizou novamente um discurso pró-armas a apoiadores. Em suas falas, o chefe do Executivo voltou a atacar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e a falar sobre questionamentos em relação às urnas eletrônicas feitos pelas Forças Armadas.

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“Eu entendo que arma é liberdade, é segurança e é a garantia de uma nação também. O maior exército do mundo é o americano, são seus CACs Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador também. Aqui nós estamos chegando a 700 mil CACs. Em três anos e meio, dobramos o número de CACs no Brasil”, afirmou o presidente.

Dizendo que “mais importante que a vida é a liberdade”, ele continuou seu discurso atacando os ministros do Supremo Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. “O TSE convidou as Forças Armadas para participar de uma comissão de transparência eleitoral. Só que eles não entenderam, não sabiam que o chefe supremo sou eu. E eu determinei que as Forças Armadas, junto com seu comando de defesa cibernética, fizesse o trabalho que tinha que ser feito dentro do TSE”.

“Nós fizemos e apresentamos sugestões. Agora, o TSE, na pessoa do Fachin, não aceita que o nosso pessoal técnico converse com o pessoal técnico deles. Quem age dessa maneira, não tem qualquer compromisso com a democracia. Deixo bem claro: Fachin foi quem tirou Lula da cadeia”, acrescentou.

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